Atualmente, são várias as colunas que podem ser escolhidas em um método cromatográfico. Pode-se variar as dimensões (diâmetro e comprimento), recheio de fase estacionária (fase reversa, fase normal, HILIC), diâmetros da partícula (e se a mesma é esférica ou irregular), recobrimento de carbono, área supercifical, fabricante e etc.


Em relação as dimensões da coluna, são várias as considerações e a decisão deve ser baseada nas condições da aplicação em particular.
Variando as dimensões é possível obter maior ou menor :
- sensibilidade
- resolução
- tempo de análise
- backpressure
- eficiência
- consumo de solvente
Eficiência é diretamente proporcional ao comprimento da coluna e inversamente proporcional ao tamanho da partícula (isto é, quanto mais longa a coluna, mais eficiente a separação; quanto menor o diâmetro da partícula, mais eficiente. Porém, um aumento de 2x o comprimento da coluna, somente resulta em uma melhoria de 41 % de resolução e aumenta a pressão do sistema (backpressure).
Colunas menores apresentam menores tempos de análise (o que se torna importante em aplicações com gradientes), enquanto colunas mais longas aumentam a resolução, o tempo de análise e a pressão.

Em relação ao diâmetro da coluna, menores diâmetros garantem picos mais finos, o que resulta em melhores sensibilidade também. Deve-se ressaltar ainda que alguns detectores exigem colunas de menores diâmetros devido as vazões de trabalho (detectores de massas com vazões de fase móvel da ordem de 0,3 a 0,6 mL/min exigem colunas de 2,1 ou 3 mm de diâmetro).
Boa sorte na escolha de suas colunas, levando em consideração estes fatores discutidos e, claro, considerando-se o quanto se pretende gastar, afinal, colunas menores e com menores diâmetros de partícula são mais caras!